Lupaluna

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Não vou descascar o Chupalona, porque não fui. Não me sinto no direito de falar mal de algo que não vivenciei, ainda mais neste caso, em que estar presente é fundamental pra isso.
Mas pessoas que foram parecem não ter gostado muito... por que será?
Previsível.


Dois assuntos recorrentes:

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A garota atirada do prédio.
O tal dossiê da Dilma.

Com relação ao primeiro assunto, quanto sensacionalismo!

A imprensa parece norte-americana. Fala de mais sobre assuntos nada definidos. O maior jornal televisivo do país faz pelo menos duas matérias por dia sobre o caso, com uma opinião vaga, induzindo certas conclusões. Apelativo!
Podem estar corretos, da mesma forma como podem não estar. E neste país, a mídia e a opinião pública andam lado a lado, e não duvido que possam influenciar até nas decisões judiciais, que deveriam ser imparciais nestes casos.

Já no segundo assunto, um direcionamento parcial no foco das notícias. Em nenhum veículo, pelo menos que eu tenha visto (tudo bem, não tenho muitas fontes, mas acredito que sejam suficientes na “média”), foram questionadas as despesas que constavam no SUPOSTO dossiê. Questionaram sempre o fato de existir o dossiê. Oras, eu, como brasileiro, que tem interesse em saber onde estão sendo gastos os “resultados” de todos os impostos que pago, fui atrás para ver o conteúdo dos gastos. Me deparei com supostas despesas de mais de R$12.000,00 em lojas de vinhos, mais de R$5.000,00 em restaurantes, compras em mercados, e por aí vai. Tudo isso da dona Ruth e do maridão. Mas não falam nada. E isso não seria problema.


Ócio!?

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O ócio rende um blog.

O problema é quando não existe ócio!


Blog!?

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Confesso que esqueci deste blog por um bom tempo.

Mas daí chegou um dia (acho que ontem) e eu lembrei. E deu vontade de atualizar.

Vamos ver quanto tempo dura desta vez.


Dois assuntos:

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1) Finalmente a Folha de S. Paulo fez uma crítica negativa sobre o Cansei de Ser Sexy. Bom, não foi bem uma crítica negativa, mas o Álvaro Pereira Junior foi preciso e imparcial, e salientou que a banda pode não ser tudo “aquilo”, e que o fato de tocar no exterior enobrece o nome de qualquer um (você sabe como a maioria dos brasileiros trata os estrangeiros...). Comentou, inclusive, que teve show cancelado por falta de público, fato nunca antes citado. Tá, foi uma crítica negativa sim;

2) Acabei de ver no Paraná TV, jornal da RPC, emissora afiliada à Rede Globo, uma matéria sobre uma peça de teatro em cartaz aqui em Curitiba. Falaram sobre a peça, o enredo, etc, e na hora de falar sobre as informações (preço, horário, local), citaram o “Teatro do Palácio Avenida”. Teatro do Palácio Avenida??? Isso não existe! O nome é Teatro HSBC! Ok, eles não queriam citar o patrocinador do teatro. Mas pô, a cultura é um setor tão fraco em nosso país, e todos sabem que se dependêssemos somente do Governo, seria mais fraco ainda. Aí, uma empresa que apóia um espaço, investe uma grana, não pode ter um retorno de imagem institucional??? É lógico que essas empresas não fazem espaços culturais apenas por filantropia, mas a mídia precisa reconhecer que essas empresas precisam de retorno para continuar apoiando eventos culturais. Nada mais justo. Assim como no esporte e projetos ligados à natureza. Agora só falta chamarem o Museu Oscar Niemeyer de “Museu do Olho”, porque o nome dado foi escolhido pela gestão do Requião, que não “bate” muito bem com a RPC – quando o museu foi inaugurado, no fim da gestão do Jaime Lerner, o nome era Novo Museu.


Oscar 2007

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E a minha Little Miss Sunshine perdeu o "concurso". : (
Mas era previsível, Os Infiltrados. Esqueci de escrever sobre isso aqui.


Pequeno conto de carnaval

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E lá vêm, os 6 corpos que sabem estar em um lugar digno. Um carnaval sem sol, sem azul, sem cores. Muitos, mas muitos velhos - corcundas, resmungões - que reparam. Freiras relutantes em olhar para o lado. O vento sempre presente, e assuntos banais tomam conta com breves risadas de deboche.
As ruas estão vazias, estão todos longe, pulando. O máximo que faço é reparar nos detalhes cinzentos desta cidade. Um pombo amedrontado espera por sua morte, apenas prevendo um possível ataque que não vem. O que vem é o vento que movimenta suas penas. Rato voador.
A história e o cinza se completam. Como é agradável a presença nebulosa do dia! Mas o objetivo, de toda a caminhada, é a escuridão.
E na escuridão vemos o sofrimento. Aquele pobre homem. Só lhe resta a fé. E a pomba-gira.
E assim, o carnaval acaba.


“É mais que natureza é a cultura da Bahia em toda sua diversidade”

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O que faz torcedores brasileiros, em uma partida de tênis, vaiarem um brasileiro que joga contra outro brasileiro?

Tudo bem, o Guga já foi número um do mundo, o melhor jogador de tênis que o Brasil teve. E o ponto fundamental: é extremamente popular. Nos anos em que Guga teve seu ápice, a mídia, como acontece com qualquer pessoa que se destaca no esporte deste país, massacrou a imagem do Guga. É, massacrou. Porque posteriormente, a imagem da decadência é pior. Lembram a Daiane dos Santos, perdendo a medalha de ouro nas olimpíadas? É uma experiência frustrante, já que o país inteiro foi induzido a acompanhar intimamente o massacre. A diferença foi que, com ela, isso aconteceu no ápice. Não sei se é pior. Acho que não, porque dá tempo pra tentar recuperar.

Outra imagem que me faz pensar em decadência é a do “baixinho” arrogante Romário, tentando o tal do milésimo gol. Tudo bem, é uma marca louvável. Mas correr tanto assim atrás dessa marca, há tanto tempo, parece uma forçada de barra legal. Além do que, sempre a mídia se refere a isso com um “pelas contas do baixinho”. Ou seja, quando ele atingir os tais mil gols, nem oficial será.

Bom, mas voltando ao assunto, fiquei realmente indignado com aquilo contra o Saretta. Por que aconteceu? Pena dos torcedores com relação ao Guga, justamente por essa imagem que ele carrega nas costas, de frustração e decadência, já que não passa da segunda fase de um torneio nível ATP desde julho de 2004? Seria o sentimento de estar diante de um herói nacional, imbatível, que “precisa” ser cultuado, independentemente de quem está enfrentando e em que ponto da carreira está? Ou seria desconhecimento do adversário por parte da torcida, o que poderia ser pouco provável para um esporte como o tênis, ainda mais na Costa do Sauípe, que, como um parque “classe A”, forrado de pessoas idem, e que supõe-se, esclarecidas?

A atitude dessas pessoas foi miserável, não quero entrar no ponto de “a quantas” anda o perfil da elite brasileira. Chamarem o Saretta de argentino? O mínimo que poderiam fazer era aplaudir a vitória merecida. Tudo bem torcer mais pra um do que pra outro, isso vai de cada um, mas a imparcialidade, neste caso, seria bem vinda. O que fizeram foi infinitamente injusto... é.. é.. como diria o Alborghetti... eeeeeeeeeeeehhhhhhhhhhhhh!!!!



Eu vi!!!

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Sim, eu vi! Eu vi a cidade! Da janela do meu novo trabalho, consigo ver a minha linda cidade: suja, concreto pra todos os lados, pessoas como formigas e barulho.

Uma foto em preto e branco conseguiria representar um pouco do que senti quando avistei a "Praça do Homem Nu" (que, inclusive, acho que deveria ser "Praça da Mulher Nua", por ser uma estátua mais bonita). A distância entre prédios, casas, praças, postes, fios de luz, etc, parecia não existir. A terceira dimensão transformou-se em vento e som. Sim, apenas estes elementos me fizeram lembrar que eu não estava em frente a uma foto, ou um quadro. Mas sim em frente a uma janela. Aquilo era 3D, aquilo era a vida.

Como fico impressionado com coisas novas.

Talvez eu tire uma foto disso um dia.


Ele já sabia!

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"Qual você acha que vai ser o futuro do rock'n'roll?
O que nós fizermos. Quer dizer, se a gente quiser continuar com essa ladainha de intelectualismo no rock, vamos ter a ladainha do intelectualismo no rock. Se quiser o rock de verdade, cabe a todos nós criar. E parar de celebrar imagens revolucionárias e cabelo comprido. Nós precisamos superar isso. [...] Vamos botar as cartas na mesa e ver quem está realizando alguma coisa e quem não está. Quais os caras que vêm fazendo música e quais estão só embromando".
John Lennon - 1970.


Descobri!!!

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O que me mantém vivo (acordado) é a música!!!

Enquanto Tudo Ia Bem - Phonopop


Pra que eu vim aqui mesmo?

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Deito a cabeça no travesseiro para dormir e ouço vozes. São muitas, tumultuadas, mas de vez em quando consigo reconhecer algumas frases. Essas frases são familiares, assim como as vozes. Consigo reconhecer algumas pessoas, de vez em quando.

É um turbilhão de frases soltas que vêm ao mesmo tempo. Todas sem nexo, pra eu não chegar a conclusões sobre essa coisa estranha.

Ontem, das 23h às 0h, fiquei lá, ouvindo as vozes até dormir. Achei interessante, mas não sei o que isso pode significar. Alguém aí entende de psicologia?

Pensei em vir aqui escrever por outro motivo, que agora consegui esquecer. Mas enfim, um pequeno resumo da atual e ativa vida noturna, pra lembrar: quinta, korova, waltinho, lemos, macharada, vinho, violão, cantorias, sexta, motorrad, waltinho, dissonantes, relespública, ypiônicas, muitas, porre do ano, sábado, msn, marcelo, 23h, 750ml de vinho, 24h, los hermanos (é, eu fui. ainda bem.), bianca, waltinho, galera, wonka, ypiônicas, papo sentimental, domingo, korova, waltinho, bianca, campari, pizza, pimenta, ypiônicas, segunda, não lembro, terça, loucuras, emílio, galera, crossroads, ypiônicas, quarta, vozes.

Meus horários de almoço têm sido tão legais... :D

*este post escrevi de manhã.. mas deu pau o blogspot no meu trampo, e só agora posto.


Tá.

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Eu fui.


Ñ.

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Ñ vou.


Nada de provocação.

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Do texto em Scream & Yell (http://www.screamyell.com.br/outros/mac16.htm)

Afinal, o que é a crítica musical séria.

Toda grande crítica existe com um ponto de interrogação? Disco popular é aquilo que pode ser lançado por qualquer um (mas qualquer um MESMO) que tenha a mínima verba disponível para disseminar o seu produto. Caro amigo, diga-me se alguma obra clássica, qualquer que seja, que, sendo lançada por um grande selo ou gravadora, teria a visibilidade suficiente para a finalidade de obter LUCRO. Nem interrogação cabe. Por obséquio: bonde do rolê (http://www.myspace.com/bondedorole) é uma bosta. Clique e veja.

A crítica é cega. Ou, como uma discussão levada à risca há anos atrás: o que você é? Crítico ou FORMADOR DE OPINIÃO? A minha crítica é ficar na formação de opiniões. “Formatação”? Por quê? Porque pode ser mais justo.

A época em que vive minha geração é assim.

Popularização de WEB “2”? “Televisão digital”? Tudo pode ser comentado aqui. Aliás, isto é um espaço aberto para discussões. Nada de impor e.. macacos me mordam!

Infelizmente o MP3 veio para dominar. E a impressão que você tem não é a mesma que eu, ou até a que um amigo muito próximo pode ter (sempre tivemos), não é mesmo? Ouvi de uma criança com 5 anos a frase:”o computador fala o que eu penso”. Boa sorte.

Ainda bem que não existe apenas o quesito musical. Você experimentou tocar em uma clave de dó na 3ª linha? Ok, aprenda um pouco (mas só um pouco, muito básico). Ok, ainda um pouco errado, mas pra ter uma idéia: clique aqui.

Meu caro. Análise séria é um tanto quanto inusitada a um meio que não precisa de críticas tão... hmmm (sim, hmmm pq estou no meu blog) aprofundadas. Quer aprofundamento? Clave de dó na 3ª linha. Ou apenas “clave de dó na 3ª”.

Arrogância? Não, por favor, não interprete mal. Apenas o título.

Até.


Dormindinho

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Dormir é bom, mas ultimamente eu tenho dispensado. Afinal, quanto menos você dorme, mais você vive. E eu quero é viver! O máximo que eu puder!

Fico imaginando como seria ótimo se nosso corpo se contentasse com apenas 2 horas diárias de sono. Claro que reduziríamos ainda mais isso, tipo pra 1 hora. Mas viveríamos muito mais.

Dormimos 1/3 das nossas vidas!! É muito tempo perdido, você não acha?


Ufa

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Você me pergunta: qual o seu padrão de beleza?
E eu respondo:


O típico final de semana... perfeito (?)

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Não vou entrar em detalhes. Quem sabe mais pra frente faça isso (aqui mesmo ou até algo no Tinidos), mas o show do Supergrass foi inesquecível. Ver a Reles no MTV Apresenta foi emocionante, ainda mais por ter participado daquilo e me ver de relance no meio daquela platéia maravilhosa. Lágrimas brotam nos olhos, nos dois casos.

Mas afinal, qual é a “típica perfeição”?


2/3

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Conclusões do além. Comentando no blog de um amigo, há pouco, me veio uma frase estranha, no meu ponto de vista, mas que pode sintetizar muitas coisas: o amor é uma fração.

O que representa o amor pra você? Quanto vale? Ou melhor, quanto da sua vida você dispensa ao amor? É uma fração. Uma fração de você.

Estranho eu vir aqui falar sobre isso, não é muito do meu perfil. Mas ultimamente acho que estou sentindo demais. É como se uma antena ou uma língua de cobra surgisse para perceber melhor o mundo. O problema é que com isso as coisas se potencializam. O que é ruim, fica pior. O que é bom, fica tão bom ao ponto de eu criar uma idéia (imagem) perfeita sobre determinados assuntos, ou seja, que não existe. É nesse ponto que estou me policiando. Minha consciência me diz: “cuidado para não se frustrar, lascivo”.

P.S.: o comentário no blog do meu amigo foi feito há 10 minutos atrás. As coisas têm acontecido muito rápido também ultimamente. Reflexo do que? Álcool? Acho que não.. hohoho.


No msn.

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Risada moderada:
Hehehe

Risada normal:
Hahaha

Risada um pouco mais exaltada:
Huwahuwahuwauhwuhuaw

Risada de quem está se rachando de rir:
Uhwuhwahuwhuwahuwauiwhwubdkuwbfoabfkdsjfhb\lajhfdvOFBFDBÇKJDKJSDFHVD


Me2Me

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O mundo hoje permite que eu converse comigo mesmo, em dois pólos diferentes. Não sei se isso beira a loucura, mas...
Mando e-mails pra “mim mesmo”.

Mas isso tem uma finalidade. Por exemplo: estou no trabalho e vejo algo interessante, que merece ser visto com calma (ou que tenha som, etc). Não posso abrir isso aqui. Então mando o link para o meu e-mail pessoal pra ver com calma, em casa. Assim funciona também com trabalhos, músicas pra eu lembrar de baixar no soulseek, etc.

Claro que na maioria das vezes deixo a mensagem no assunto do e-mail e o corpo em branco, apenas com a assinatura padrão do e-mail do trabalho. Mas algumas vezes escrevo alguns recadinhos pra mim mesmo. Esses dias parei para analisar o que eu escrevia. Caramba! Como me trato mal!

“Seu otário, não esqueça que esse trabalho é pra sexta, animal!”.

Mas isso não é porque me odeio. Tenho costume de fazer isso com amigos mais próximos, e não soa como uma ofensa. Aliás, existe um amigo mais próximo de você do que você mesmo?

Acho que isso vai evoluir para uma maluquice. Algo que fará eu assinar o meu tratado de doente mental. Um dia mandarei um “oi!” do e-mail do trabalho, abrirei meu e-mail pessoal e responderei: “oi!”. Se você pensou algo parecido lendo o primeiro parágrafo deste post, você também é maluco.


When I’m Sixty-Four – tãn dãn (o prefeito beatlemaníaco)

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Ontem o prefeito de São Paulo, José Serra (talvez futuro candidato para o governo de SP, se não abrir mão da promessa de que cumpriria seu mandato na prefeitura até o fim) completou 64 aninhos. E, na maior alegria, desafiou São Paulo: “Eu pergunto à cidade – will you still need me, will you still feed me, when I’m sixty-four? Ou seja, você ainda vai precisar de mim, ainda me alimentará, quando eu tiver 64 anos?”. Isso em plena solenidade de inauguração de uma nova calha no Tietê. E ainda completou: “when I get older losing my hear! Quando eu ficar mais velho e perder meus cabelos".

Esses políticos.. me fazem rir. Será que eles usaram/usam LSD?
E essa música vai ficar na minha cabeça o dia inteiro.


Ok. Eu só reclamo (boca-maldita).

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Tenho mania de me morder. Isso mesmo. Mas não é o que você está imaginando. Tenho mania de me morder por dentro. Hmmm.. acho que piorou né!?
Então, não são duas simples aftas. Uma atrás do lábio superior e outra atrás do inferior. São umas porcarias que não me deixam falar e comer direito. Dói não, arde.
Mas no fim das contas, eu queria saber por que sempre acabo mordendo a afta. É dor em dose tripla!
Acho que é uma simples e ardida demonstração do meu atual estado de espírito. Correria e ansiedade. Espero que as pontas dos meus dedos não caiam.


Não chega perto que eu tô nervoso!

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Padrão Japonês para TV digital.
Menor interatividade / maior poder das grandes redes de televisão.
A Rede Globo adradece.
Ótimo para o Lula, em ano de tentativa de reeleição.
Em que país vivemos? Parece que tudo tende a não melhorar (como a merda de TV aberta)! Ô coisa!


Isto é um “Blog Trabalhista”?

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ABONO DE FALTAS EM CASO DE GREVE DE ÔNIBUS: Em caso de greve do transporte coletivo, decorrentes, cabendo aos mesmos, todavia, envidar todos os esforços necessários para chegar ao local de trabalho, devendo comunicar ao empregador em caso de impossibilidade.


Ok. O que é “envidar todos os esforços necessários”??? Tenho que me matar para ir trabalhar? Ir a pé? A cavalo? De bicicleta?

Acordar atrasado (como sempre), correr pra tomar café e pegar o ônibus a tempo.. mas se deparar as 7h30 com o porteiro que fica de madrugada? Isso, em uma vida que segue o relógio diariamente, é uma grande quebra de rotina, por incrível que pareça.

- Ué!? O senhor por aqui, numa hora dessas?
- É. Greve de ônibus.

O terminal é do outro lado da rua. Olho e só vejo o terminal, sem aquele mar de gente que costuma ter.

Deveras, todavia, o funcionário exemplar comunica o empregador sobre a gravidade do contexto. Por intermédio de terceiros, é deliberado o reembolso de transporte não-usual.

Uma hora para conseguir linha (tentativa em 5 telefones diferentes) e meia hora de espera.

Eba! Vou trabalhar!

Bandeira 1. R$12 de passagem. E cá estou.

P.S.: Ainda tem a ida para a faculdade as 19h.
Ah, e a volta pra casa, depois das 22h (uma distância de aproximadamente 14Km). Boa sorte, rapaz!


Depois de anos, mais um blog.

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Acho que foi em 2003, meu último blog. Agora volto. Não me pergunte por quê. Só digo que o ócio pode ser muito criativo. E rende, como rende!


"Contudo, a plenitude da atividade humana é alcançada somente quando nela coincidem, se acumulam, se exaltam e se mesclam o trabalho, o estudo e o jogo; isto é, quando nós trabalhamos, aprendemos e nos divertimos, tudo ao mesmo tempo. (...) É o que eu chamo de "ócio criativo", uma situação que, segundo eu [penso], se tornará cada vez mais difundida no futuro".
DOMENICO DE MASI


Quem sou eu?

  • Acho que eu sou o Fernando Souza
  • Não perca tempo. ɉ melhor você não tentar me entender.
  • Curitiba, Paraná, Brazil
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